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Advogado é suspeito de matar cliente em apartamento em Maringá

Um advogado de 32 anos é investigado pela morte de seu cliente, de 48, em Maringá, no Paraná. Imagens do crime mostram a brutalidade da cena, enquanto familiares tentavam conter a violência.

O caso de um advogado suspeito de assassinar seu cliente em Maringá, no Norte do Paraná, ganhou novos desdobramentos com a divulgação de imagens que mostram o momento do crime. O advogado Rodrigo Gawlinski, de 32 anos, é acusado de ter esfaqueado Nelson de Souza Pedro, de 48 anos, dentro de um apartamento, enquanto a filha e a ex-esposa da vítima tentavam interromper a agressão.

As imagens, que foram exibidas pela Rede Massa | SBT, revelam a ação violenta de Rodrigo no corredor do prédio em que o crime ocorreu. Durante a confusão, a ex-esposa de Nelson tentou conter o advogado, atingindo-o na cabeça com uma panela de pressão. No momento, Rodrigo está internado em estado grave.

No dia do crime, quatro pessoas estavam presentes no apartamento, incluindo o advogado, a vítima, a filha de Nelson e sua ex-companheira. Relatos indicam que a relação entre o advogado e o cliente se originou durante um processo de violência doméstica, que resultou na prisão de Nelson por cerca de seis meses na Casa de Custódia de Maringá, onde Rodrigo foi designado para defendê-lo. Após a conclusão do processo, ambos mantiveram uma amizade.

Informações da ex-companheira da vítima revelam que, no dia do homicídio, tanto Rodrigo quanto Nelson teriam consumido Ritalina de forma ilícita, além de bebidas alcoólicas. Ela relatou que a situação se agravou quando começaram a discutir. O desentendimento teria se intensificado a ponto de Nelson, insatisfeito com os serviços do advogado, empurrá-lo contra a parede, o que levou à briga com utensílios da casa.

A filha de Nelson também prestou depoimento, esclarecendo que seu pai estava descontente com a atuação do advogado. Ela mencionou que a briga começou quando Nelson pegou uma panela de pressão, enquanto Rodrigo se armou com uma garrafa de café, resultando em uma luta que culminou no trágico desfecho.

A investigação do caso permanece sob a responsabilidade da Polícia Civil do Paraná, que analisa os vídeos e os depoimentos para entender melhor as circunstâncias que levaram ao homicídio.

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