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Alckmin afirma que guerra não afeta decisão da Selic

O vice-presidente não vê impacto da guerra na decisão do Banco Central sobre a taxa básica de juros.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou que não vê impacto da guerra no Oriente Médio na decisão do Banco Central sobre a taxa básica de juros.

Ele argumentou que a taxa de juros está muito elevada e comparou com o mundo inteiro, afirmando que ela está entre as duas maiores do mundo. Alckmin também disse que torce para que a guerra acabe o mais rápido possível porque ela traz problemas para o mundo todo, mas não quis responder se pode haver mais medidas para controlar preços dos combustíveis no Brasil.

“Torcer para a guerra parar o mais rápido possível, acompanhar o preço do barril do petróleo. Mas eu diria que foram duas decisões importantes. Garantir o abastecimento, não faltar diesel e, de outro lado, agir para reduzir o preço, para evitar um aumento grande do diesel”, completou, referindo-se a pacote anunciado na quinta-feira pelo governo federal.

O mercado financeiro prevê uma redução da Selic, e o Federal Reserve exclui do seu cálculo sobre os juros a agricultura e o petróleo porque os juros não vão contribuir para a redução da commodity ou para que chova mais.

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