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Aliados de Trump Articulam Revogação da Política Climática dos EUA

Um grupo de veteranos do governo Donald Trump articula um plano para desmontar a política climática federal nos EUA.
Foto: Crédito de imagem sugerido

Em meados de 2022, o Partido Democrata se mobilizou para aprovar no Congresso dos Estados Unidos o que ficou conhecido como a maior legislação climática da história do país. À época, o presidente Joe Biden classificava o aquecimento global como um “perigo claro e presente”. Entretanto, um movimento paralelo tomava forma nos bastidores.

Dois deles eram aliados de destaque de Trump: Russell T. Vought e Jeffrey B. Clark. Vought, crítico recorrente do que chama de “alarmismo climático”, e Clark, que já descreveu as regras ambientais como uma estratégia “leninista” de controle da economia, chegaram a redigir minutas de decretos para que um futuro presidente republicano revertesse iniciativas ambientais.

Os outros dois integrantes do grupo eram advogados menos conhecidos do grande público, mas com histórico de enfrentamento às políticas climáticas: Mandy Gunasekara e Jonathan Brightbill. Mandy, ex-assessora do senador James Inhofe — um dos principais críticos da questão climática no Congresso —, e Brightbill reuniram o que chamaram de um “arsenal de informações” destinado a contestar o consenso científico de que o planeta está se aquecendo.

Agora, parte daquele esforço começa a se concretizar. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) deve revogar, nos próximos dias, a chamada endangerment finding — a “determinação de perigo”, adotada em 2009, que concluiu que os gases de efeito estufa ameaçam a saúde pública e o bem-estar. Essa decisão obrigou o governo federal a regulamentar as emissões provenientes da queima de petróleo, gás e carvão.

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