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Argentina registra taxa de pobreza de 29%, a menor desde 2018

O Instituto Nacional de Estatísticas e Censos da Argentina divulgou que a pobreza caiu para 29%, o menor índice desde 2018, afetando 8,5 milhões de pessoas.

O Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) da Argentina divulgou os índices de pobreza referentes ao segundo semestre de 2025. A taxa de pobreza foi calculada em quase 29% da população, o que representa o menor nível desde o primeiro semestre de 2018, quando o indicador era de 27,3%.

Cerca de 8,5 milhões de pessoas vivem abaixo da linha de pobreza no país, sendo que 1,9 milhão se encontram em situação de indigência. Quando comparado ao primeiro semestre de 2025, a proporção de pessoas nessa condição teve uma queda de 3,4%. Em relação ao segundo semestre de 2024, a redução foi de 9,9%.

O Indec calcula a incidência da pobreza com base na renda familiar e no acesso a duas referências de consumo: a Cesta Básica Alimentar, que define o limite de indigência, e a Cesta Básica Total, que inclui gastos com bens e serviços não alimentares, estabelecendo assim a linha de pobreza.

A renda total familiar cresceu em média 18,3% no segundo semestre de 2025 em comparação com o semestre anterior. No mesmo período, os preços da Cesta Básica Alimentar aumentaram 11,9%, enquanto a Cesta Básica Total registrou uma alta de 11,3%. O Ministério de Capital Humano atribui os resultados à implementação de políticas econômicas que ajudaram a reduzir a inflação e estabilizar a economia.

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