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Ativista é libertada após 551 dias de prisão na Venezuela

María Oropeza, advogada e ativista, foi solta após 551 dias detida em Caracas.

María Oropeza, ativista e advogada, foi liberada após 551 dias de prisão ilegal no El Helicoide, em Caracas. Ela havia sido detida em agosto de 2024 por agentes da Direção Geral de Contrainteligência Militar, sem mandado judicial, em um episódio que foi transmitido ao vivo pelas redes sociais.

Essa prisão fez parte de uma série de detenções politicamente motivadas durante a ditadura de Nicolás Maduro, sendo denunciadas por grupos de direitos humanos como arbitrárias e acompanhadas de relatos de maus-tratos. O governo anunciou a libertação de vários presos políticos, incluindo María, em resposta a pressões internas e internacionais por reformas.

Na época de sua detenção, María estava envolvida na campanha presidencial de María Corina Machado, líder da oposição e vencedora das primárias de 2023. A proposta de anistia, enviada pela líder interina Delcy Rodríguez, abrange a reabilitação de figuras políticas impedidas e acusações comuns como “traição à pátria” e “terrorismo”.

Se a anistia for promulgada, ela poderá beneficiar centenas de detidos e permitirá o retorno de exilados, excluindo, no entanto, violações de direitos humanos. Desde a captura de Maduro pelos Estados Unidos, houve uma liberação gradual de ativistas, com 383 presos políticos libertados desde 8 de janeiro, enquanto mais de 680 permanecem encarcerados.

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