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Auditores apontaram falhas em fundos do Banco Master desde 2019

Problemas na documentação de fundos de investimento ligados ao Banco Master foram registrados por auditores desde 2019

Auditores registraram problemas na documentação de fundos de investimento ligados ao Banco Master desde 2019. Os alertas aparecem em relatórios sucessivos ao longo dos anos. Os pareceres apontaram dificuldades para confirmar valores de ativos e obter registros societários de fundos que integravam as carteiras.

Os relatórios de auditoria de cinco fundos citados como ligados ao Master mostram irregularidades recorrentes. Os fundos Hans 95, Maia 95, Olaf 95, Astralo 95 e Reag Growth apresentaram problemas na documentação e nos registros societários. Em alguns casos, faltaram dados essenciais para sustentar as demonstrações financeiras.

O fundo Hans 95 foi analisado pela empresa Next Auditores entre 2019 e 2021 e recebeu alertas em todos os exercícios. No último relatório, a auditoria deixou de opinar e listou 13 inconsistências. O fundo soma mais de R$ 34,9 bilhões em ativos. O fundo Arleen, hoje em liquidação, acumulou registros de falhas em quatro relatórios da Next entre 2022 e 2025.

A Reag é o ponto de ligação entre esses fundos, responsável pela administração por meio da Reag Trust Administradora e da Reag Distribuidora de Títulos. Investigadores avaliam que o uso de camadas de fundos serviu para ocultar operações de crédito do Master. A suspeita é de que ativos inflados circularam entre veículos até chegar a beneficiários ligados a Daniel Vorcaro.

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