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Banco Central impõe sigilo em reunião sobre Magnitsky

Reuniões entre Moraes e Galípolo não foram divulgadas

O Banco Central do Brasil impôs sigilo em reuniões entre o ministro Alexandre de Moraes e o presidente Gabriel Galípolo sobre a aplicação da Lei Magnitsky. As reuniões foram realizadas fora da agenda oficial e não foram divulgadas.

O Banco Central alega que o conteúdo das reuniões envolve riscos à segurança da sociedade e do Estado, e por isso não pode ser divulgado. No entanto, o deputado Luiz Philippe de Orléans e Bragança questiona a resposta do Banco Central, afirmando que é contraditória.

As reuniões ocorreram no fim de 2025, e o ministro Moraes confirmou dois encontros com Galípolo, alegando que o tema foi a aplicação da Lei Magnitsky. No entanto, documentos obtidos via LAI mostram que o Banco Central ainda não possuía documentos ou orientações sobre a aplicação da Magnitsky em setembro.

O caso exige esclarecimentos compatíveis com os deveres de transparência e controle público, segundo o deputado Luiz Philippe. A resposta do Banco Central é considerada incompleta, pois não indica o grau de classificação, a autoridade responsável, o prazo de restrição nem a fundamentação legal exigida pela LAI.

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