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Banco Master: PF aponta que Amprev rejeitou bancos sólidos

Documentos da Polícia Federal revelam que a Amapá Previdência ignorou alertas sobre riscos ao investir no Banco Master.

Documentos da investigação da Polícia Federal indicam que a diretoria da Amapá Previdência ignorou riscos e alertas deliberados para realizar aportes no Banco Master. A polícia descreve uma dinâmica criminosa estruturada, na qual cada investigado desempenhou uma função específica para viabilizar o investimento em ativos da instituição em menos de 20 dias.

A PF aponta o conselheiro José Milton Afonso Gonçalves como o mentor intelectual e principal articulador das operações. Gonçalves teria omitido comparativos de risco e rejeitado ofertas de instituições de primeira linha, sustentando que a taxa de retorno do Banco Master seria superior, conduta que repetiu em reuniões para garantir o aporte.

O presidente da Amprev, Jocildo Silva Lemos, também figura nas investigações como o "garante institucional" da operação. Ele ignorou o fato de que a Caixa Econômica Federal havia recusado os mesmos ativos do Master por causa do alto risco, desprezando esse sinal do mercado e validando uma suposta visita técnica ao Banco Master.

As investigações prosseguem para identificar se houve o pagamento de vantagens indevidas aos conselheiros. A Polícia Federal mantém o foco na recuperação dos ativos e na análise de novos documentos colhidos durante as buscas realizadas na última semana.

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