A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro está se preparando para recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tentativa de impedir sua convocação para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. Os advogados acreditam que, como no caso da CPMI do INSS, é possível evitar o depoimento.
Além da questão envolvendo Vorcaro, a CPI do Crime Organizado aprovou requerimentos que incluem a quebra dos sigilos fiscal e bancário da Maridt Participações, empresa que recebeu pagamentos ligados ao fundo Master, associado ao ministro Dias Toffoli do STF. Também foram aprovados requerimentos de convocação para os antigos sócios do Master e outros envolvidos.
Daniel Vorcaro também deverá prestar depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A primeira oitiva está agendada para 10 de março, com a possibilidade de que outros depoimentos ocorram em sessões subsequentes, dependendo das decisões que Vorcaro tomar a respeito de sua participação.
A situação continua a evoluir, com as ações da CPI e as estratégias de defesa de Vorcaro se entrelaçando em um contexto de investigações sobre o crime organizado.

