A última sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS foi marcada por disputas e uma acusação grave de ‘estupro’ contra o relator Alfredo Gaspar, feita pelo deputado Lindbergh Farias e pela senadora Soraya Thronicke. Gaspar negou a acusação e apresentou provas, recebendo apoio de diversos parlamentares, entre eles a deputada Bia Kicis.
Em sua fala, Bia Kicis fez um comentário polêmico, referindo-se a Soraya Thronicke como 'sirigaita'. A declaração foi feita em um contexto de críticas às acusações apresentadas contra Gaspar. Kicis enfatizou que não aprova a atitude de Thronicke, que, segundo ela, envergonha a classe política.
Após a declaração de Bia, o líder do governo na CPMI, deputado Paulo Pimenta, pediu a retirada da palavra 'sirigaita' da ata, solicitação que foi acatada pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana. A senadora Damares Alves, em seguida, explicou que 'sirigaita' é um termo coloquial usado no Brasil, embora tenha reconhecido que sua utilização em tal contexto poderia não ser apropriada.
A situação gerou reações diversas entre os parlamentares e chamou a atenção para o clima tenso da CPMI, onde acusações e defesas se entrelaçam em um ambiente político conturbado.

