A produção nacional de azeite de oliva deve superar a marca de 640 mil litros em 2026, alcançada na safra de 2023. Esse volume representa o maior registro histórico da olivicultura no país, segundo avaliação do setor, fundamentada em condições climáticas favoráveis ao cultivo.
O desenvolvimento da oliveira no Brasil, iniciado há cerca de 20 anos, sempre enfrentou desafios para garantir qualidade similar à produzida no Mediterrâneo. Apesar das dificuldades, o setor superou esse obstáculo e agora alcança reconhecimento internacional, destacando-se em concursos com frequentes premiações.
Após o recorde de 2023, a produção recuou em 2024 e 2025 devido a chuvas excessivas e alta umidade, que prejudicaram o desenvolvimento das plantas. Esses anos permitiram uma revisão nas estratégias, com maior foco em estudos e aprimoramentos técnicos para melhorar os resultados.
Com base na retomada das condições favoráveis, o setor projeta uma safra histórica em 2026, que pode ultrapassar 1 milhão de litros. Atualmente, são cerca de 550 produtores espalhados em 200 municípios de sete estados, com o Rio Grande do Sul liderando a maioria das operações e a maior parte da produção nacional.

