A ofensiva militar dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro de 2026, gerou uma crise internacional significativa. Os ataques aéreos resultaram na morte do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, o que intensificou as tensões no Oriente Médio.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil emitiu uma nota oficial condenando a ação militar e reafirmando que as negociações diplomáticas são o único caminho viável para a paz. O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam, agradeceu a manifestação brasileira, classificando-a como valiosa em um momento de escalada do conflito.
Os ataques visam enfraquecer as capacidades militares do Irã e impedir avanços em seu programa nuclear, conforme afirmam autoridades dos EUA e de Israel. Apesar de os representantes americanos garantirem que a ação não pretende se transformar em um conflito prolongado, o governo iraniano sinalizou que responderá às agressões, aumentando o risco de confrontos na região.
A ofensiva provocou reações globais, com países como Rússia e China condenando a operação. A situação gerou preocupações humanitárias, com relatos de vítimas civis e danos à infraestrutura, além de alertas sobre a segurança das rotas de petróleo no Golfo Pérsico, o que pode impactar os preços de energia em nível global.

