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C6 defende sua atuação em crédito consignado durante depoimento à CPMI do INSS

O CEO do C6 Bank, Artur Azevedo, negou irregularidades em operação de crédito consignado em depoimento à CPMI do INSS e contestou a suspensão de suas atividades.
CEO do C6, Artur Ildefonso Brotto Azevedo, presta depoimento à CPI do INSS — Fot

Artur Azevedo, CEO do C6 Bank Consignado, negou irregularidades na atuação do banco durante depoimento à CPMI do INSS. Ele contestou a prática de "venda casada" e afirmou que o banco cumpre rigorosamente as normas estabelecidas.

A suspensão das operações de crédito consignado foi determinada pelo INSS após apontamentos da Controladoria-Geral da União (CGU). Azevedo informou que o banco já recorreu ao Judiciário para reverter essa suspensão e destacou que não concorda com a devolução de cerca de R$ 300 milhões a aposentados, alegando que os contratos foram firmados legalmente.

A autarquia identificou indícios de irregularidades em aproximadamente 320 mil contratos, que incluíam a cobrança de produtos acessórios. Azevedo reafirmou que não houve venda casada e que apenas cerca de 12% dos clientes contrataram esses produtos.

Ele foi o primeiro representante de grandes bancos a depor na comissão e não prestou compromisso de dizer a verdade, seguindo orientação de sua defesa. O acordo de cooperação entre o C6 Consignado e o INSS permanece suspenso até uma decisão judicial.

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