A atual situação política e social gera um clima de incerteza em torno das canetas emagrecedoras, que estão se tornando populares. No Brasil, essas canetas, comumente encontradas em camelôs, são vendidas sem a devida refrigeração e trazem preocupações relacionadas à saúde.
A Anvisa confirmou ter recebido 145 notificações de casos de pancreatite entre 2020 e 2025, possivelmente associados ao uso desses medicamentos. Os tipos de pancreatite incluem pancreatite aguda, crônica, necrosante e obstrutiva, o que levanta um alerta sobre os riscos envolvidos no uso das canetas.
O preço das canetas varia de 500 a dois mil reais, dependendo do local de venda. Há relatos de que as canetas do Paraguai são mais baratas, mas sem as condições adequadas de transporte e armazenamento.
Enquanto isso, o tratamento do câncer continua sem grandes avanços, com mais pessoas vivendo com a doença do que morrendo. Na mídia, salários altos predominam, mas as consequências dessa realidade são sentidas nas camadas mais baixas da sociedade.

