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Carlos Jordy é oficializado como candidato ao Senado pelo PL no Rio de Janeiro

O Partido Liberal confirmou a candidatura do deputado federal Carlos Jordy ao Senado, em uma chapa que contará também com Carlos Portinho. A decisão ocorre após o encerramento das negociações com a federação União Progressista.

O Partido Liberal (PL) oficializou, nesta quinta-feira, 6, a candidatura do deputado federal Carlos Jordy ao Senado pelo Rio de Janeiro. O anúncio foi feito pelo candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em uma publicação na rede social X, onde destacou Jordy como "um dos maiores líderes do nosso país".

Com essa confirmação, o PL apresenta uma chapa composta exclusivamente por seus filiados para as vagas ao Senado no estado. Essa decisão vem após o término das negociações com a federação formada pelo União Brasil e o PP, que buscava uma aliança para a disputa.

A candidatura de Jordy e a de Carlos Portinho (PL-RJ) surgem após a desistência do ex-governador Cláudio Castro de concorrer ao Senado, o que alterou a composição inicialmente prevista pelos liberais fluminenses. Além das candidaturas ao Senado, o partido também confirmou Douglas Ruas como candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro.

Durante o anúncio de sua candidatura, Carlos Jordy enfatizou que direcionará seus esforços tanto para a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro quanto para a eleição de Douglas Ruas ao Palácio Guanabara. Essa estratégia busca fortalecer a presença do PL nas próximas eleições.

Anteriormente, a federação União Progressista tinha a intenção de apoiar Douglas Ruas para o governo estadual e cogitava indicar o ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), para uma das vagas ao Senado. No entanto, a situação mudou em julho, quando Canella se tornou alvo de uma operação policial após a apreensão de um fuzil em seu veículo, resultando em sua prisão, embora tenha sido liberado posteriormente.

Na última segunda-feira, Canella decidiu retirar sua candidatura ao Senado e optou por concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Com isso, no dia seguinte, a federação União Progressista anunciou sua neutralidade na disputa estadual, pondo fim às negociações com o PL.

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