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China impede aquisição da Manus AI pela Meta por questões de segurança

O governo chinês bloqueou a compra da Manus AI pela Meta, citando preocupações com segurança nacional e controle de tecnologia, evidenciando a disputa geopolítica entre países.
Foto: Erick Teixeira

A Meta, empresa de tecnologia conhecida por suas redes sociais, teve sua tentativa de aquisição da startup de inteligência artificial Manus AI barrada pelo governo da China. O bloqueio não se limita a uma simples negociação comercial, mas reflete um contexto mais amplo onde a inteligência artificial se tornou um ativo estratégico nas relações internacionais.

A interrupção do negócio, avaliado em bilhões de dólares, foi fundamentada em questões de segurança nacional e no controle de exportação de tecnologia. Essa decisão evidencia como a tecnologia, especialmente a inteligência artificial, é tratada como um recurso estratégico por nações, especialmente em tempos de crescente rivalidade geopolítica.

Em um episódio do Podcast Canaltech, especialistas discutem os motivos que levaram a China a impedir a compra da Manus pela Meta. Roberto Kanter, economista e professor da Fundação Getulio Vargas, analisa a relevância da tecnologia na dinâmica entre os países e como essa situação se conecta à competição entre a China e os Estados Unidos.

A conversa no podcast ainda aborda as implicações que essa proibição traz, tanto para as empresas de tecnologia quanto para os países envolvidos, destacando quem pode sair prejudicado no curto e no longo prazo nesse cenário de tensão geopolítica.

Além da análise sobre a aquisição da Manus AI, o episódio também traz novidades sobre inteligência artificial, incluindo a atualização do Google Fotos, que agora conta com suporte da Motorola para sugerir looks utilizando roupas próprias, e a estratégia da Uber de planejar viagens completas, incluindo hotéis e alimentação. Outro destaque é a transformação de TV Box pirata em ferramenta para escolas públicas no Brasil.

O podcast foi apresentado por Fernada Santos e contou com a participação de jornalistas como Viviane França, Marcelo Fischer e Wendel Martins, sob a coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora do episódio foi criada por Guilherme Zomer, enquanto a edição ficou a cargo de Vicenzo Varin, com a arte da capa produzida por Erick Teixeira.

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