A China deu início a duas investigações formais sobre as práticas comerciais dos Estados Unidos. Pequim alega que essas práticas dificultam a entrada de produtos chineses no mercado americano e restringem o fluxo de bens de alta tecnologia.
O Ministério do Comércio da China anunciou que as investigações são uma resposta 'recíproca' a processos já instaurados pelos EUA. As apurações devem ter duração de até seis meses, com possibilidade de prorrogação, focando em medidas que desorganizam cadeias globais de suprimentos e produção.
Além disso, a China critica as barreiras impostas às suas exportações e as restrições à venda de tecnologia americana, alegando que isso prejudica empresas chinesas. Pequim também acusa os EUA de limitar a exportação de produtos de energia limpa e atrasar projetos de nova energia no território americano.
O governo chinês promete adotar 'medidas correspondentes' para proteger seus interesses, mesmo em meio a uma trégua na guerra comercial, que está em vigor desde o encontro entre os líderes Donald Trump e Xi Jinping no ano passado.

