Problemas com resolução ou taxa de atualização no Chromecast nem sempre estão ligados à internet ou ao aplicativo. Um erro comum é conectar o dispositivo na entrada HDMI incorreta da televisão, o que pode impactar o funcionamento mesmo em modelos compatíveis com 4K. Isso acontece especialmente em televisores que misturam portas HDMI 2.0 e 2.1, ou entradas marcadas como ARC e eARC, que priorizam áudio para sistemas externos.
A resolução 4K funciona tanto nas portas HDMI 2.0 quanto 2.1, mas a diferença está na largura de banda. O HDMI 2.1 suporta até 48 Gbps, enquanto o 2.0 fica limitado a 18 Gbps. Essa capacidade permite suporte a HDR avançado e cores mais profundas, além de taxas de atualização mais elevadas. Chromecasts 4K, portanto, devem ser conectados preferencialmente em uma porta HDMI 2.1, identificada por termos como “4K” ou “120Hz” para aproveitar seu potencial.
Se o Chromecast estiver em uma entrada inadequada, pode ocorrer queda de resolução para 1080p em conteúdos 4K, HDR desativado, cores menos vibrantes ou até engasgos durante o streaming. Modelos mais antigos, que não transmitem em 4K, têm menor impacto nessa escolha, mas para aparelhos mais recentes, a porta correta faz toda a diferença no desempenho.
Para identificar a entrada ideal, observe as etiquetas físicas na lateral ou traseira da TV. Caso as portas estejam ocultas, o manual ou o site da fabricante detalha quais suportam HDMI 2.1, HDCP 2.2 ou ARC. Alguns televisores também mostram nas configurações o tipo de sinal recebido em cada entrada, facilitando a verificação.

