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Ciberataques na Oceania mudam de estratégia

O comércio varejista e o setor de serviços na Oceania sofreram mais tentativas de ataques digitais do que áreas críticas de infraestrutura no ano passado
Ciberataques na Oceania — Foto: Reprodução/Freepik

O comércio varejista e o setor de serviços de países da Oceania, como Austrália e Nova Zelândia, sofreram mais tentativas de ataques digitais do que áreas mais críticas de infraestrutura no ano passado. A informação foi registrada pelo Threat Landscape Report 2025, um relatório que traça o cenário de ameaças no continente. Os dados coletados apontam para um crescimento de ações criminosas no meio online contra empresas de pequeno e médio porte.

Os hackers querem obter os maiores lucros sem muito esforço, atacando empresas de médio e pequeno porte de setores visados, como varejo, construção e serviços profissionais variados. Isso ocorre porque muitos comércios não possuem medidas de segurança eficazes para bloquear investidas maliciosas. Além disso, o setor varejista no continente começou a receber um alto volume de transações, chamando a atenção de hackers.

A própria dinâmica do setor também abriu espaço para mais ataques, pois trabalhadores sazonais e temporários frequentemente exigem integração e desligamento rápidos, o que pode levar a contas obsoletas ou inativas, criando uma porta aberta para os invasores. O aumento de ameaças digitais no varejo e no setor de serviços na Oceania reflete uma tendência que já se desenvolve em outras regiões do mundo.

O mercado clandestino de dados para comprometer sistemas do varejo é bastante fragmentado, com vendas que surgem em mercados na dark web vindo de contas novas de usuários, dificultando a detecção. Isso torna mais desafiador para as autoridades identificar e prender os responsáveis pelos ciberataques.

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