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Comemorações polêmicas marcam o aniversário da morte de Charlie Kirk

A professora Uju Anya, da Universidade Carnegie Mellon, gerou controvérsia ao celebrar nas redes sociais o primeiro aniversário da morte do ativista Charlie Kirk, que ocorreu em 2025. A instituição se manifestou sobre as publicações, que não refletem seus valores, mas garantiu a liberdade de expressão da docente.

A professora Uju Anya, da Universidade Carnegie Mellon, localizada na Pensilvânia, gerou polêmica ao comemorar nas redes sociais o primeiro aniversário da morte do ativista conservador Charlie Kirk. O assassinato de Kirk ocorreu em 10 de setembro de 2025, durante um evento na Universidade de Utah, quando ele tinha apenas 31 anos. A instituição acadêmica se manifestou criticando as publicações de Anya e afirmou que está analisando a situação, embora não tenha anunciado a demissão da docente.

As publicações de Anya foram feitas em 10 de setembro de 2026, data que marcou um ano da morte de Kirk. Em uma de suas postagens, a professora expressou: “Morra primeiro, homem branco, e depois pergunte a si mesmo por que estou dançando”. Embora tenha gerado reações adversas, Anya posteriormente apagou as mensagens de suas redes sociais.

Em um comunicado, a Carnegie Mellon expressou estar “profundamente preocupada” com as declarações de Anya, classificadas como hostis e ameaçadoras. A universidade informou que está analisando o caso, mas não revelou se a licença profissional voluntária da professora está relacionada a essas publicações. Durante o ano acadêmico atual, Anya não ministra aulas no campus.

Ainda assim, a professora permanece vinculada à instituição, onde atua como professora associada de aquisição de segunda língua e dirige o Programa de Certificado de Administração de Programas de Línguas da Carnegie Mellon. A decisão da universidade em não demitir Anya provocou reações em todo o país, incluindo críticas de figuras políticas e defensores de instituições de ensino.

O senador Mike Lee questionou o financiamento federal destinado à universidade, sugerindo que instituições que não tomam medidas contra docentes por declarações consideradas violentas poderiam perder esse apoio. Em suas declarações, a Carnegie Mellon também ressaltou que as opiniões expressas por Anya não refletem os valores da universidade. Contudo, a instituição reafirmou o direito da professora à liberdade de expressão, garantido pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

A morte de Charlie Kirk, fundador da Turning Point USA, continua a gerar debates e divisões na sociedade americana, refletindo a polarização em torno de questões políticas e sociais relevantes no país.

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