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Como é a recarga de carros elétricos no Brasil?

No recente episódio do Podcast Canaltech, Fernanda Santos discute com Ayrton Barros, da NeoCharge, sobre a recarga de carros elétricos e as transformações na mobilidade elétrica no Brasil.
Foto: Erick Teixeira

O carro elétrico já se tornou uma realidade no Brasil, mas muitos ainda têm dúvidas sobre como ocorre a recarga no cotidiano. Em um episódio recente do Podcast Canaltech, Fernanda Santos dialoga com Ayrton Barros, diretor-geral da NeoCharge, sobre os desafios e as transformações que estão moldando a mobilidade elétrica no país.

Durante a conversa, Barros explica que o conceito tradicional de 'posto de gasolina' está se tornando obsoleto na era dos veículos elétricos. Ele destaca que diversos locais, como academias, restaurantes, shoppings e escritórios, podem ser convertidos em pontos estratégicos para recarga, facilitando o dia a dia dos motoristas de carros elétricos.

O episódio também aborda o crescimento acelerado da frota de carros elétricos no Brasil e os desafios relacionados à infraestrutura urbana necessária para suportar essa nova realidade. A situação dos condomínios também é discutida, levantando questões sobre como esses espaços podem se adaptar à demanda por recarga de veículos elétricos.

Com o aumento da conscientização sobre mobilidade sustentável, o que esperar do futuro da mobilidade elétrica nos próximos anos é um tema central da conversa. A evolução das tecnologias de recarga e a adaptação de diferentes setores da sociedade são cruciais para a expansão dos carros elétricos no Brasil.

Além disso, o podcast menciona outros temas relevantes, como a possibilidade de que o próximo fiscal da Lei Seca esteja integrado ao painel do carro, a funcionalidade de uma nova antena da Starlink sem necessidade de tomada e a experiência do Uber com o uso em massa de IA, que pode resultar em custos mais altos do que inicialmente previsto.

Este episódio foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com a colaboração de Paulo Amaral, Nathan Vieira e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, com edição de Natália Improta e arte de capa assinada por Erick Teixeira.

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