As eleições gerais no Brasil seguem um protocolo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral, visando a organização e fluidez do processo. Em 2026, os eleitores escolherão candidatos para cinco cargos, e compreender a ordem em que esses cargos aparecem é essencial para evitar votos nulos ou brancos, minimizando erros de digitação.
A ordem de votação não é aleatória e busca facilitar a memorização do eleitor. A urna eletrônica apresenta primeiro os cargos que requerem mais dígitos, como os proporcionais, e avança para os que exigem menos, como os majoritários. Essa estrutura ajuda a reduzir a confusão e o desgaste mental durante a votação.
Desde 1996, a Justiça Eleitoral aprimora o software de votação, e a ordem de votação é ditada pelo Código Eleitoral e resoluções do TSE. Historicamente, essa sequência se mantém estável nas eleições gerais, com exceção das municipais, onde os eleitores votam apenas para vereador e prefeito.
Em 2026, um aspecto importante é a renovação de dois terços do Senado Federal, exigindo que o eleitor digite dois números diferentes para esse cargo. A ordem de votação na urna será: Deputado Federal, seguido por Deputado Estadual ou Distrital, e por fim, Senador, antes de chegar aos cargos do Executivo.

