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Como os astronautas fazem para ir ao banheiro no espaço?

[ad_1] Seja usando um simples buraco no chão ou um vaso sanitário sofisticado banhado a ouro, na Terra existe uma grande vantagem: a gravidade. Ela puxa naturalmente os resíduos para baixo e para longe do corpo. No espaço, porém, os astronautas não contam com essa ajuda. Sem gravidade, até pequenas gotas podem escapar do vaso […]

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Seja usando um simples buraco no chão ou um vaso sanitário sofisticado banhado a ouro, na Terra existe uma grande vantagem: a gravidade. Ela puxa naturalmente os resíduos para baixo e para longe do corpo. No espaço, porém, os astronautas não contam com essa ajuda. Sem gravidade, até pequenas gotas podem escapar do vaso sanitário e flutuar pela cabine, o que representa riscos à saúde e pode danificar equipamentos sensíveis da estação espacial.

Então, como os astronautas usam o banheiro na Estação Espacial Internacional? Com muito cuidado — e com a ajuda da sucção.

Em 1961, Alan Shepard se tornou o primeiro americano a ir ao espaço. Sua missão deveria ser curta, por isso não havia planos para uma ida ao banheiro. No entanto, depois que ele já estava acomodado dentro do foguete, o lançamento foi atrasado por mais de três horas. Em determinado momento, Shepard pediu para sair e urinar. Para evitar novos atrasos, o controle da missão concluiu que ele poderia urinar com segurança dentro do próprio traje espacial. Assim, o primeiro americano no espaço decolou com a roupa íntima molhada.

Felizmente, hoje em dia os astronautas contam com um vaso sanitário a bordo da estação espacial. O modelo original, instalado em 2000, foi projetado principalmente para homens e era difícil de usar para mulheres, que precisavam urinar em pé. Para evacuar, os astronautas utilizavam tiras presas às coxas para se manterem sentados e garantir um bom encaixe com o assento. O sistema não funcionava muito bem e era complicado de manter limpo.

Em 2018, a NASA investiu US$ 23 milhões em um novo vaso sanitário, mais adequado às condições de microgravidade. O modelo atualizado é basicamente um vaso a vácuo de alta tecnologia, com duas partes principais: uma mangueira com um funil na ponta para urinar e um pequeno assento elevado para evacuação.

O banheiro é equipado com apoios para mãos e pés, impedindo que os astronautas flutuem enquanto o utilizam. Para urinar, é possível ficar sentado ou em pé, mas é necessário manter o funil firmemente ajustado ao corpo para evitar vazamentos. Para evacuar, o astronauta levanta a tampa e se senta, de forma semelhante ao que fazemos na Terra. A diferença é que a sucção começa assim que a tampa é aberta, evitando que os resíduos flutuem e ajudando a controlar o odor. Para garantir um encaixe adequado, o assento é menor do que o de um vaso sanitário comum.

A urina é composta por mais de 90% de água. Como a água é pesada e ocupa muito espaço, é mais eficiente reciclá-la do que transportá-la da Terra. Toda a urina dos astronautas é coletada, tratada e transformada novamente em água potável. Os astronautas costumam brincar dizendo: “O café de hoje é o café de amanhã”.

Às vezes, as fezes retornam à Terra para estudos científicos, mas na maioria dos casos os resíduos são descartados por incineração. As fezes são aspiradas para sacos especiais, que são colocados em recipientes hermeticamente fechados, junto com papel higiênico, lenços e luvas, usadas para manter tudo limpo. Esses recipientes são carregados em uma nave de carga que levou suprimentos à estação espacial. Quando a nave retorna em direção à Terra, ela se desintegra ao entrar na atmosfera, queimando junto todo o material.

Portanto, da próxima vez que você observar uma estrela cadente, ela pode ser um meteoro — ou os restos incandescentes de dejetos de astronautas. E na próxima vez que precisar usar o banheiro, agradeça por poder contar com a ajuda da gravidade.

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Fonte:Paraná Jornal

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