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Consumo de alimentos deve seguir moderado em 2026

O consumo no varejo de alimentos deve seguir moderado em 2026, mesmo com a Copa do Mundo e a isenção de Imposto de Renda
O medicamento para obesidade da Novo Nordisk, Wegovy — Foto: O medicamento para

O consumo no varejo de alimentos deve seguir moderado em 2026, mesmo com a Copa do Mundo e a isenção de Imposto de Renda. Com o crédito caro e a pressão da inflação sobre o orçamento familiar, uma expansão vai depender não só dos efeitos da taxa de juros no endividamento dos brasileiros, mas também dos gastos com bets e canetas emagrecedoras.

O brasileiro adotou uma segmentação das compras no supermercado nunca vista, mostra a edição do terceiro trimestre do levantamento Consumer Insights. O consumidor foi mais vezes ao ponto de venda, mas levou menos itens e gastou menos em cada ocasião, embora comprando artigos de mais categorias.

Em 2026 haverá marcos tradicionalmente positivos ao varejo, como a Copa, quando o consumo avança a reboque de reuniões entre amigos e familiares, com mais compras de bebidas, carnes e petiscos. Já a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil pode liberar R$ 30 bilhões para o consumo no país.

A inflação da alimentação em 2026 deve ser maior que a de 2025, o que é um fator adicional que afeta o setor. Além disso, o avanço no acesso a conhecimento e uso de canetas emagrecedoras é um fator que pode reduzir o consumo de alimentos e bebidas em até 50%

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