Cristiano Ronaldo comunicou sua aposentadoria da Seleção Portuguesa, decisão anunciada com duas Copas do Mundo de atraso. O atacante, que se manteve no grupo por sua história e nome, foi considerado um peso morto e atrapalhou o desempenho português nos últimos dois mundiais.
A dúvida sobre o maior jogador português da história persiste entre Eusébio, preferido de muitos que viram a Copa de 1966, e CR7. No entanto, não há questionamento sobre quem é o personagem mais egocêntrico e vaidoso do futebol português: Cristiano Ronaldo fica com a medalha de prata, atrás de Jorge Jesus no quesito "eucentrismo". Foi o treinador, aliás, o responsável pelo "tu finish" de Cristiano na seleção.
Ainda que seja historicamente mais difícil ser campeão europeu por Portugal do que campeão mundial por Brasil e Argentina, CR7 não tem, na história do futebol, o mesmo tamanho de Pelé, Maradona e Messi, pois não jogou a mesma bola que as lendas citadas. Apesar da vaidade exacerbada, ele merece aplausos e gratidão dos patrícios. É uma pena que, ao contrário de Pelé, não soube se aposentar no auge e deixa uma última péssima impressão.
Seus fãs ainda o verão se arrastando no futebol saudita até completar os mil gols reconhecidos pela Fifa, direito dele que certamente faz bem à popularidade do futebol saudita. Em clubes como Real Madrid, Manchester United e Juventus, há muito tempo não há mais espaço para o CR7. A nota 10 é para o Corinthians, que segurou 0 a 0 com o Tricolor, mas segue no Z4.

