A produção do musical Wicked, atualmente em cartaz no Rio de Janeiro, enfrenta severas críticas nas redes sociais devido à sua decisão de manter uma sessão programada para quarta-feira (29/7), mesmo com a cidade sendo atingida por ventos de 100 km/h. Na ocasião, o transporte público da capital fluminense, incluindo metrô e BRT, estava paralisado, dificultando o acesso ao local do espetáculo, a Cidade das Artes.
Diversos usuários expressaram sua indignação pela falta de um comunicado oficial da equipe sobre a situação. Muitos relataram que era praticamente impossível chegar ao local devido às condições climáticas adversas. A ausência de uma declaração sobre a possibilidade de remarcação da sessão ou reembolso dos ingressos de quem não pôde comparecer também foi um ponto de discussão entre o público.
Um espectador destacou o risco que a decisão representa tanto para os atores quanto para o público, afirmando que foi uma “vergonha” a produção não ter tomado medidas para resolver a situação. Comentários semelhantes surgiram, com questionamentos sobre a falta de respostas sobre o que seria feito em relação aos ingressos não utilizados devido ao caos que se instalou na cidade.
As críticas se intensificaram nas redes sociais, com muitos usuários chamando a postura da produção de amadorismo e exigindo um posicionamento claro sobre o que aconteceria com as pessoas que não conseguiram assistir ao espetáculo. A situação levanta questões sobre a responsabilidade das produções teatrais em situações de emergência e o cuidado com a segurança de todos os envolvidos.
Com a repercussão negativa, é esperado que a produção de Wicked se manifeste oficialmente em breve para esclarecer a situação e abordar as preocupações do público, que se sente desassistido diante das circunstâncias inesperadas.

