O ditador cubano, Miguel Díaz-Canel, anunciou o início de negociações entre Cuba e o governo dos Estados Unidos. A decisão ocorre em um contexto de crise econômica aguda, caracterizada por apagões e escassez de combustível.
Díaz-Canel declarou que as negociações buscam soluções por meio do diálogo para as diferenças bilaterais. Ele conduziu as conversas pessoalmente, que envolvem o ex-presidente Raúl Castro e altos funcionários do Partido Comunista, mas os representantes norte-americanos não foram identificados.
Atualmente, o governo dos EUA não se manifestou sobre o anúncio. No entanto, Donald Trump mencionou que as nações mantêm negociações de alto nível, apesar de Cuba ter anteriormente negado a existência de encontros oficiais.
A crise econômica em Cuba se intensificou após a prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro, levando à interrupção das exportações de petróleo para a ilha. Trump alertou que Cuba poderia estar perto do colapso ou interessada em um acordo, com possibilidades de uma "tomada amigável".

