No Fórum Econômico Mundial de 2026, em Davos, a inteligência artificial está no centro da agenda econômica global. O evento reúne líderes mundiais e chefes das maiores empresas para discutir como definir os limites da IA antes que ela avance rápido demais para ser controlada. A economia digital já representa 15% do PIB mundial, movimentando cerca de US$ 16 trilhões.
A grande prioridade deste ano é garantir que a IA seja desenvolvida de forma responsável. De um lado, gigantes como a DeepMind buscam usar a tecnologia para avanços científicos e educação. De outro, executivos de grandes consultorias alertam para falhas graves na segurança.
Um dos maiores alertas em Davos é sobre a fragmentação da tecnologia. Por causa de tensões políticas, países correm para garantir seus próprios estoques de chips e hardware voltados para IA. O medo é que isso crie dois grupos rivais no mundo, o que dificultaria a cooperação global.
Para completar o cenário, há o temor sobre a computação quântica. Especialistas afirmam que essa nova geração de computadores terá poder para quebrar praticamente todas as senhas e criptografias que usamos hoje. Como o risco é real, muitas empresas já começaram o trabalho difícil de recriptografar seus sistemas para não ficarem vulneráveis no futuro.


