O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em um discurso realizado em Miami que Cuba é a "próxima", em referência à recente atuação militar norte-americana na Venezuela e no Irã. Ele brincou com a plateia, pedindo que ignorassem sua afirmação, mas reafirmou a ideia de intervenção ao dizer: "Finjam que eu não disse isso, por favor".
Essa declaração ocorre em um contexto de crescente presença dos Estados Unidos em várias frentes internacionais. Na Venezuela, as ações americanas têm promovido mudanças significativas no cenário político interno, aumentando a pressão sobre o governo local e gerando rearranjos entre as forças de oposição.
Analistas veem esse movimento como parte de uma estratégia mais ampla de Washington para redefinir sua influência na América Latina. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, também comentou sobre a necessidade de uma mudança de regime em Cuba, afirmando que a economia da ilha só pode melhorar com uma alteração no sistema político.
Rubio destacou que, sob a atual liderança, o povo cubano está sofrendo e que o país não consegue se integrar ao século XXI. Suas declarações foram feitas após uma reunião de chanceleres do G7 em Paris.

