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Eduardo Bolsonaro esclarece sua situação nos EUA e nega vínculos financeiros com filme sobre

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que mora de aluguel nos Estados Unidos e vive de renda passiva, negando envolvimento financeiro com o filme 'Dark Horse'. Em entrevista, ele também desmentiu informações sobre sua residência e vínculos com Daniel Vorcaro.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, membro do PL em São Paulo, se manifestou sobre sua situação nos Estados Unidos em entrevista ao programa "Paulo Figueiredo Show", no último domingo (17). Eduardo negou que recursos associados a Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, tenham sido utilizados para financiar sua estadia no país. Além disso, ele desmentiu rumores sobre a compra de uma casa, afirmando que, na verdade, reside de aluguel.

Durante a conversa, Eduardo destacou que vive nos EUA com base em "renda passiva". Entre as fontes de receita mencionadas, ele citou os R$ 2 milhões obtidos por meio de uma campanha organizada por Jair Bolsonaro, embora não tenha fornecido detalhes sobre outras formas de sustento. O ex-parlamentar também refutou a ideia de ter recebido fundos do chamado fundo Hevangate, mas confirmou a contratação do advogado Paulo Calixto, que representa legalmente o fundo, para ajudar em assuntos migratórios e financeiros.

Eduardo Bolsonaro reafirmou que não possui qualquer tipo de relação com Daniel Vorcaro, negando veementemente a existência de reuniões, conversas ou contatos relacionados ao filme "Dark Horse", que retrata a história de seu pai, Jair Bolsonaro. Em suas palavras, “categoricamente, não tem nada disso”.

O ex-deputado ainda comentou sobre o projeto cinematográfico, que, segundo ele, surgiu como uma estratégia de "batalha cultural" para apresentar a narrativa do ex-presidente sob uma nova perspectiva. Eduardo também negou que houvesse alguma contrapartida associada ao investimento de Vorcaro na produção do filme, indagando: “Qual era a contrapartida do Vorcaro?”.

No que diz respeito aos investimentos realizados, Eduardo mencionou que aplicou US$ 50 mil na fase inicial do projeto, visando assegurar um contrato com o diretor Cyrus Nowrasteh. Ele também esclareceu que o documento que o classifica como produtor-executivo, divulgado recentemente pelo The Intercept, é antigo e provisório. Ao final, Eduardo enfatizou que não exerce funções de produção ou direção no longa e que não tem controle sobre as finanças do filme.

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