O recente lançamento do filme "Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime" pela Netflix trouxe à tona discussões sobre a vida de Elize Matsunaga e o caso que chocou o Brasil em 2012. O jornalista Ullisses Campbell, autor de uma biografia não autorizada sobre Elize, revelou que, após a morte de Marcos Matsunaga, ela recebeu aproximadamente R$ 900 mil em bens.
De acordo com Campbell, esse valor não se tratou de herança, mas sim da meação dos bens adquiridos durante o casamento do casal, que era regido pelo regime de comunhão parcial. Nesse caso, tudo o que foi adquirido durante a união é dividido igualmente entre os cônjuges, o que garantiu a Elize o direito à metade do patrimônio comum.
A relação entre Elize e Marcos começou a desmoronar em maio de 2012, quando Elize procurou um advogado para discutir um possível divórcio. Eles começaram a morar juntos em 2007 e oficializaram a união em outubro de 2009.
Elize, que teve a oportunidade de interpretar a si mesma no filme, comentou sobre a experiência de dar vida à sua personagem, ressaltando a complexidade e a profundidade da história. O novo longa, intitulado "Elize: Sombras de uma Mulher", oferece uma nova perspectiva sobre os eventos que cercaram sua trajetória.
Embora Elize tenha recebido uma quantia significativa, a herança deixada por Marcos teve um destino diferente. Como ela foi condenada pelo assassinato do marido, a Justiça a excluiu da sucessão por indignidade jurídica, conforme estipulado pelo Código Civil. Assim, os bens de Marcos foram destinados exclusivamente à filha do casal, Helena.

