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Empréstimos pessoais têm alta na taxa média, alcançando 8,59%

A taxa média de empréstimo pessoal em bancos subiu para 8,59%, conforme pesquisa da Fundação Procon-SP. O Bradesco registrou o maior aumento, enquanto o Banco do Brasil teve uma leve redução. Os consumidores devem estar atentos aos juros elevados.

A taxa média dos empréstimos pessoais disponibilizados pelos bancos apresentou um aumento significativo, conforme dados da pesquisa mensal realizada pela Fundação Procon-SP. O índice subiu 0,15 ponto percentual, passando de 8,44% para 8,59% ao mês.

Entre os principais bancos, o Bradesco foi o que mais alterou sua taxa, que passou de 8,49% para 9,50% a.m., resultando em um incremento de 1,01 ponto percentual, o que corresponde a uma variação positiva de 11,90%. Em contrapartida, o Banco do Brasil apresentou uma leve redução, com sua taxa caindo de 7,39% para 7,29% a.m., o que representa uma diminuição de 0,10 ponto percentual, equivalente a -1,35%. As taxas dos demais bancos permaneceram inalteradas.

Em relação ao cheque especial, a taxa média se manteve em 8,00% ao mês durante o mês de maio, um valor que continua a ser o teto permitido pelo Banco Central desde janeiro de 2020.

O Procon-SP alerta que os juros permanecem elevados e recomenda que os consumidores estejam atentos, evitando ceder às ofertas atraentes, como créditos pré-aprovados e aumentos no limite do cheque especial.

Os dados obtidos na pesquisa se referem às taxas máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais (pessoa física), independentemente do canal de contratação. Para o cheque especial, foi considerado o período de trinta dias, enquanto para o empréstimo pessoal, o prazo do contrato é de doze meses.

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