As operações militares dos Estados Unidos contra o regime do Irã resultaram na destruição de 17 embarcações iranianas. O almirante Brad Cooper, responsável pelo Comando Central dos EUA, anunciou a ação em um vídeo compartilhado no X, destacando a missão de neutralizar ameaças aos militares norte-americanos, incluindo o uso de bombardeiros B-2 e B-1 nos ataques.
Atualmente, não há navios iranianos circulando no Golfo Pérsico, no Estreito de Ormuz ou no Golfo de Omã, após décadas de ações hostis do regime iraniano contra o tráfego internacional. As declarações ocorreram quatro dias após o início da Operação Fúria Épica, uma ofensiva militar com o objetivo de enfraquecer a Marinha iraniana.
A campanha militar mobiliza mais de 50 mil soldados norte-americanos e conta com o apoio de mais de 200 aeronaves de combate, realizando ataques contínuos ao longo da semana. A situação no Oriente Médio se agravou após o regime dos aiatolás iniciar retaliações contra países que abrigam bases militares dos EUA, como Emirados Árabes Unidos, Catar e Iraque.
Após a morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, confirmada pela mídia oficial do país, o Irã ameaçou promover uma represália. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que considera o direito de vingança um "direito e dever legítimo" diante dos ataques realizados por Israel e pelos Estados Unidos.

