O período mais propício para exportação de sorgo do Brasil seria a partir de julho, pois a cultura é de segunda safra. A Hang Tung, uma das maiores negociadoras de sorgo do mundo, avalia que os negócios com o cereal brasileiro prometem ser mais aquecidos na segunda parte do ano.
A companhia chinesa estima que a safra nacional brasileira, que deve ser colhida em 2025/26, aumentará em quase 10% em relação à temporada passada. Além disso, a China pode participar mais do mercado brasileiro à medida que a safra cresça, como já acontece nos mercados de soja e milho.
O Brasil não é um exportador tradicional de sorgo, mas há potencial de crescimento, especialmente após a China habilitar dez companhias brasileiras a exportar o cereal em novembro de 2025.
A Hang Tung está bem otimista tanto com o futuro da produção de sorgo no Brasil como com a demanda da China. A companhia estima que a demanda da China pode ser satisfatória, especialmente em relação ao sorgo para a fabricação de biocombustível.

