O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, antecipou o retorno a Brasília para administrar os impactos da crise do Banco Master na imagem da Corte. Ele havia deixado a presidência interinamente e só retornaria no fim de semana. Nesta terça-feira, segue para São Luís, onde se encontrará com Flávio Dino.
O ponto central das discussões é a manutenção de Dias Toffoli à frente do inquérito. Decisões do ministro provocaram reações na Polícia Federal, na Procuradoria-Geral da República e entre defesas de investigados.
A saída do ministro da relatoria do caso do Banco Master passou a ser tratada como consenso na Corte. O magistrado centralizou no STF todas as decisões do caso, inclusive diligências que tramitavam na primeira instância.
Toffoli também decretou sigilo do processo e, inicialmente, determinou que todo o material apreendido fosse enviado ao STF. Depois de manifestação da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República, ele recuou e autorizou que os documentos ficassem sob guarda da Procuradoria.


