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Flávio Bolsonaro propõe saída de criminosos do Brasil até 2026

Durante comício em Nova Iguaçu, Flávio Bolsonaro afirmou que criminosos devem deixar o Brasil até o fim de 2026 e apresentou propostas de combate à criminalidade e proteção às mulheres.

O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, declarou em um comício realizado em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, que criminosos devem deixar o Brasil até o final de 2026. Ele enfatizou que, caso eleito, implementará uma política mais rigorosa de enfrentamento à criminalidade a partir do próximo ano.

Em seu discurso, Flávio afirmou: “Metam o pé até o final do ano, enquanto vocês têm um presidente da República que passa a mão na cabeça de vocês, porque, a partir do ano que vem, ou vocês serão presos, ou vocês serão neutralizados pelas nossas polícias”. O evento contou com a presença de Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente, e dos candidatos ao governo do Rio de Janeiro, Douglas Ruas, e ao Senado, Carlos Jordy e Carlos Portinho, todos do PL.

O candidato destacou a luta contra o crime organizado como uma das principais prioridades de sua possível administração. Ele propôs que facções criminosas e milícias sejam reconhecidas como grupos terroristas. Além disso, Flávio sugeriu o endurecimento das penas para crimes como o roubo de celulares, estabelecendo que condenados por esse tipo de delito deverão cumprir, no mínimo, oito anos de prisão e trabalhar para cobrir parte das despesas de sua estadia no sistema penitenciário.

“Ladrão de celular vai ficar preso no mínimo 8 anos e vai ter que trabalhar para pagar sua estadia, para dar valor, para saber como é difícil comprar um celular. Nós vamos brigar pelo povo trabalhador desse Brasil”, afirmou Flávio.

O candidato também apresentou propostas voltadas à segurança das mulheres, criticando o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ele expressou a intenção de aumentar o uso de tecnologia para prevenir a violência contra mulheres, afirmando que o Brasil, sob a gestão atual, tem sido recordista em assassinatos de mulheres. “Nós vamos botar um ponto final nisso”, declarou.

Flávio propôs ainda a criação de mecanismos que acionem automaticamente as forças de segurança em situações de risco para mulheres. “Nós vamos garantir com tecnologia que a mulher não seja mais vítima desse machismo, porque, se chegarem perto delas, a polícia é acionada automaticamente”, completou.

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