As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciaram que mataram um integrante do regime iraniano, identificado como líder de uma unidade responsável por um suposto plano para assassinar o ex-presidente Donald Trump. A operação foi realizada na terça-feira, 3, mas o nome do indivíduo morto não foi revelado.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, destacou que a ação foi uma resposta a uma tentativa de assassinato. Ele afirmou que o líder da unidade que planejou o ataque foi caçado e eliminado, reforçando que o Irã havia tentado matar Trump, mas que o ex-presidente "riu por último".
Em 2024, o Departamento de Justiça dos EUA havia acusado um iraniano de envolvimento nesse plano. A operação teria sido ordenada pela Guarda Revolucionária do Irã, força militar vinculada ao regime de Teerã, como parte das investigações sobre ameaças contra Trump.
Em meio a esse contexto, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que qualquer futuro líder do Irã será considerado alvo do país, em resposta a um ataque israelense ao local onde se reúne a Assembleia de Peritos. Katz indicou que qualquer líder escolhido pelo regime iraniano, que represente uma ameaça a Israel e aos EUA, será tratado como alvo, independentemente de seu nome ou localização.

