Nenhum dos anúncios continha um aviso sobre o conteúdo gerado por inteligência artificial, uma exigência prevista em resolução do TSE, e nenhum foi classificado como conteúdo relacionado a temas sociais, eleições ou política. Os pesquisadores que conduziram o estudo eliminaram todos os anúncios logo após a aprovação ou rejeição, antes que fossem veiculados aos usuários da Meta.
A legislação eleitoral proíbe anúncios contratados no exterior ou por contas de terceiros, permitindo apenas propaganda paga diretamente por candidatos ou partidos junto às plataformas.
A Meta, por sua vez, declarou que reafirma seu compromisso em proteger o processo eleitoral, destacando que o estudo da Eko menciona anúncios que nunca foram vistos por usuários. A empresa também afirmou que possui várias camadas de revisão e detecção antes e após a publicação de anúncios.
Gilmar Mendes finalizou sua publicação ressaltando que o STF continuará a atuar como uma instância de supervisão, agindo com firmeza para preservar seus próprios precedentes e a Constituição, sempre que necessário.

