O governo federal definiu a meta mais agressiva do Minha Casa, Minha Vida para 2026: a contratação de 1 milhão de novas unidades no âmbito do programa. A meta corresponde ao que ainda falta para que a gestão do terceiro mandato do presidente Lula atinja o objetivo geral de contratar 3 milhões de unidades pelo Minha Casa, Minha Vida.
A meta para 2026 é de cerca de 850 mil novos contratos, o que representará um crescimento anualizado de quase 25% em relação aos quase 690 mil novos financiamentos registrados em 2025. Apesar de desafiadora, a meta é factível, na avaliação do secretário Nacional de Habitação.
A força motriz desse crescimento continuará concentrada majoritariamente nas faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida. Ainda assim, agentes do setor privado têm relatado um redirecionamento de projetos que inicialmente não seriam destinados ao Minha Casa, Minha Vida para dentro do programa.
As novas regras do Sistema Financeiro da Habitação, fora do Minha Casa, Minha Vida, voltadas para famílias com renda acima de R$ 12 mil, abrem um universo novo de possibilidades de financiamento e de captação de recursos.


