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Irã usa caso Epstein em campanha contra os Estados Unidos

O Irã explora o escândalo de Epstein para criticar o Ocidente.

O Irã está utilizando o caso de Jeffrey Epstein para impulsionar uma campanha contra os Estados Unidos. Autoridades iranianas e aliados, como o Hezbollah, aproveitam o escândalo do criminoso sexual, que se suicidou em 2019, para reforçar críticas ao Ocidente, apresentando-o como evidência de hipocrisia em temas como direitos das mulheres e valores democráticos.

O caso tem sido monitorado de perto por autoridades e meios de comunicação do mundo árabe. Governos e movimentos radicais alinhados ao Irã utilizam esse episódio para sustentar acusações sobre a decadência moral do Ocidente e direcionar ataques políticos aos EUA e a Israel. O porta-voz da chancelaria iraniana, Esmail Baghaei, afirmou que o episódio é um sinal de uma crise moral nos países ocidentais.

Recentemente, durante manifestações em Teerã, a imagem de Epstein foi simbolicamente atacada. Manifestantes incendiaram uma estátua que, segundo relatos, representava Baal, uma divindade de mitologias antigas. A emissora Press TV declarou que a destruição da estátua foi um ato motivado pela indignação com o escândalo Epstein e o sacrifício de crianças.

O caso também se tornou parte da propaganda do grupo Houthi, do Iémen, aliado do Irã. Veículos de comunicação ligados ao movimento divulgaram uma imagem de Epstein com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, acusando os países ocidentais de corrupção. O líder do grupo, Abdul-Malik al-Houthi, fez declarações sobre os líderes americanos em um discurso recente.

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