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Jornalista critica escolha de Erika Hilton para presidência da Comissão de Defesa dos Direitos

Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews, criticou a escolha da deputada Erika Hilton para presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, mencionando reações negativas.

O jornalista Demétrio Magnoli, da GloboNews, fez críticas à escolha da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Durante um programa, ele destacou que a indicação gerou reações de diferentes setores, incluindo críticas de profissionais da saúde, que mencionaram a distinção entre sexo biológico e identidade de gênero.

Magnoli afirmou que algumas mulheres, inclusive feministas e ginecologistas, alegaram que Erika Hilton é biologicamente um homem. Ele afirmou que esta é uma afirmação factual e criticou a postura da parlamentar, que, segundo ele, exige repressão a quem utilizar essa frase. O comentarista também se referiu à postura autoritária de Hilton em suas interações políticas.

Além disso, Magnoli abordou o impacto das pautas identitárias no comportamento eleitoral, afirmando que debates sobre identidade de gênero podem resultar em perda de votos para partidos progressistas, favorecendo partidos conservadores. Ele citou fenômenos semelhantes na Europa, Estados Unidos e América Latina.

Por fim, Magnoli associou a presença de Erika Hilton à possibilidade de fortalecer adversários políticos, afirmando que ela pode ser um cabo eleitoral eficaz para Flávio Bolsonaro, embora involuntariamente. A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher atua na análise de propostas legislativas relacionadas a políticas públicas para mulheres e sua presidência é definida por acordos entre as bancadas partidárias.

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