As autoridades venezuelanas transferiram o líder opositor Juan Pablo Guanipa de Caracas para sua residência em Maracaibo, onde ele deverá cumprir prisão domiciliar. O político retornou à custódia do Estado sob a acusação de violar as condições de uma breve liberdade condicional concedida no domingo 8. Guanipa, um aliado próximo da Nobel da Paz María Corina Machado, havia deixado a prisão depois de nove meses detido por suposta conspiração.
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Durante as poucas horas em que esteve livre, o opositor visitou familiares de presos políticos, liderou uma caravana motorizada pela capital venezuelana e exigiu a convocação de novas eleições. A Promotoria utilizou essas ações como justificativa para alegar o descumprimento das regras de soltura e solicitou a conversão da pena para o regime domiciliar.
Crise política e intervenção externa

