O julgamento do recurso do Ministério Público do caso do padre Genivaldo Oliveira dos Santos foi marcado para o dia 2 de março. O padre continua detido na capital do estado, no Complexo Médico Penal, em Curitiba. A prisão preventiva do padre foi mantida até que o processo tenha andamento.
O advogado do padre, Algacir Júnior, disse que no início da próxima semana ele vai impetrar um pedido de habeas corpus que deve ser analisado até o fim da próxima semana. O processo deve voltar para a Justiça para que a defesa do padre seja intimada para se manifestar sobre a resposta da acusação.
O padre Genivaldo Oliveira dos Santos foi denunciado pelo Ministério Público pela prática de 21 crimes contra 13 vítimas, em outubro do ano passado. Ele está detido desde o dia 24 de agosto, quando foi deflagrada a “Operação Lobo em Pele de Cordeiro” pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes da Polícia Civil de Cascavel.
O recurso do Ministério Público pede que a juíza seja competente na análise de três casos específicos. A juíza responsável pelo caso declinou, dizendo não ser competente para julgar três casos em comarcas diferentes. Além da condenação do religioso, a Promotoria de Justiça requer o pagamento de indenização para cada uma das vítimas

