A Justiça do Irã afirmou que o manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, não foi condenado à pena de morte. A declaração contraria informações repassadas pela família.
O Judiciário iraniano informou que Soltani responde por crimes que não preveem execução. A Hengaw afirmou que a execução por enforcamento foi adiada.
Uma fonte próxima à família relatou que parentes estão sob forte pressão. O presidente dos Estados Unidos disse que adotaria medidas duras caso o Irã executasse manifestantes.
Pessoas próximas a Soltani afirmaram que ele não teve direito à defesa e que a família pôde visitá-lo por apenas 10 minutos. ONGs de direitos humanos estimam que a repressão aos protestos no Irã já deixou mais de 3,4 mil mortos.


