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Justiça dos EUA processa Minnesota por agenda woke

O Departamento de Justiça dos EUA começou uma ação judicial contra o Estado de Minnesota

O Departamento de Justiça dos EUA começou uma ação judicial contra o Estado de Minnesota. O órgão questionou a obrigatoriedade de políticas baseadas em políticas woke em todas as agências estaduais. A ação destaca que as práticas violam a legislação federal ao exigirem que decisões de contratação considerem critérios de diversidade racial e de gênero.

A chefe da Divisão de Direitos Civis do Departamento de Justiça afirmou que a Suprema Corte norte-americana já proibiu o uso de critérios raciais em admissões universitárias. O procurador Daniel N. Rosen, do Distrito de Minnesota, também criticou as autoridades estaduais.

A ação, protocolada no Tribunal Federal de Minnesota, sustenta que as exigências do programa de ação afirmativa discriminam, limitam e classificam trabalhadores e candidatos a vagas com base em critérios de raça e sexo. O governo dos EUA afirma que decisões anteriores da Suprema Corte, que permitiam considerar raça e sexo em contratações para cargos historicamente segregados, não condizem mais com a legislação vigente e com novas decisões do próprio tribunal.

O programa estabelecido por Minnesota orienta órgãos públicos a balancear a composição ao levar em conta sexo e raça. Para a procuradora-geral, “tomar decisões de contratação com base em características imutáveis é discriminação, e o governo não tolera políticas desse tipo”.

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