O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou um artigo em 27 jornais europeus e do Mercosul, defendendo o acordo como uma reação política e econômica ao avanço do unilateralismo e do protecionismo. No texto, Lula afirma que o acordo é uma resposta ao avanço do unilateralismo, do protecionismo e das guerras comerciais no cenário internacional.
O acordo é apresentado por Lula como fruto da convicção de que a integração e a abertura comercial promovem a prosperidade compartilhada. O presidente sustenta que o tratado cria a maior área de livre comércio do mundo e rejeita a lógica de soma zero no comércio internacional.
O acordo reúne 31 países, que somam cerca de 720 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto conjunto superior a US$ 22 trilhões. Lula destaca que a parceria ampliará o acesso mútuo a mercados estratégicos, com regras claras, previsíveis e equilibradas.
Para Lula, a conclusão do tratado demonstra que Mercosul e União Europeia optaram pelo diálogo em condições de respeito e igualdade, mesmo diante de visões distintas. Ele afirma que os blocos encontraram convergências, mostrando que a cooperação é mais vantajosa e eficaz do que a intimidação e o conflito.


