A manifestação pró-Lula realizada no domingo, 18 de outubro, em Curitiba, terminou com um episódio grave. Segundo o Impacto Paraná, manifestantes encapuzados pularam o muro da sede estadual do PL, na Avenida Cândido de Abreu, e tentaram pendurar uma bandeira do PT na janela do diretório. Apesar da invasão do espaço externo, eles não chegaram a entrar no prédio.
O caso reacende o debate sobre os limites da militância política: protestar é um direito democrático, mas invadir propriedades e intimidar adversários não faz parte do jogo democrático. Divergências políticas devem ser resolvidas pelo debate, pelas urnas e dentro da lei — nunca pela intimidação.
A cidade voltou a ser marcada por atos de vandalismo, cartazes em paredes e violência nas ruas, o que, segundo a reportagem, evidencia o desespero de militantes nos últimos dias da campanha.
Um banner que reunia o governador eleito do Paraná, Sergio Moro (PL), o presidenciável Flavio Bolsonaro (PL) e o futuro senador Filipe Barros (PL) foi vandalizado. Um Boletim de Ocorrência foi lavrado, e a Polícia Civil do Paraná (PC-PR) vai tentar identificar os responsáveis pela invasão do local.

