Na noite de terça-feira, 17, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que não houve pressão da Casa Branca sobre Cuba para remover Miguel Díaz-Canel do cargo. Ele classificou como "falsa" uma reportagem do The New York Times, que sugeria que integrantes do governo de Donald Trump teriam solicitado a destituição do líder cubano.
Rubio não deixou claro se contestava toda a reportagem ou apenas partes específicas. O jornal noticiou que o pedido de destituição não visava a queda total do regime comunista, mas apenas a saída de Díaz-Canel.
Além disso, na mesma ocasião, Díaz-Canel declarou que adotará uma "resistência inflexível" diante das ameaças de Trump. O presidente norte-americano havia mencionado a expectativa de "tomar Cuba, de alguma forma", durante negociações com Havana.
Rubio, que é um crítico do regime instaurado por Fidel Castro desde 1959, reafirmou sua posição contra a liderança cubana em meio a essas declarações.

