Uma audiência do Senado dos Estados Unidos sobre medicamentos para aborto químico ganhou repercussão quando a médica obstetra Nisha Verma se recusou a responder de forma direta se homens podem engravidar. A médica foi indagada pelos senadores republicanos Ashley Moody e Josh Hawley durante uma sessão da Comissão de Saúde, Educação, Trabalho e Pensões.
A médica afirmou que não sabia “qual era o objetivo da pergunta”, disse que atende pacientes com “diferentes identidades” e classificou a questão como política. Mesmo com insistência, ela não deu uma resposta afirmativa ou negativa.
Hawley afirmou que o objetivo era “estabelecer uma realidade biológica” e reforçou que se tratava de uma pergunta de “sim ou não”. A médica, no entanto, reiterou que preferia uma conversa mais ampla e evitou responder de forma direta.
A recusa da médica em responder gerou debate e repercussão nas redes sociais, com publicações de vídeos e trechos da audiência. Além disso, o deputado republicano Buddy Carter enviou uma carta ao Conselho Estadual de Medicina da Geórgia, pedindo a cassação da licença médica de Verma


