A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou, nesta segunda-feira, 3, que está enfrentando uma crise de enxaqueca que já dura 16 dias. Após buscar atendimento médico em Brasília, ela recebeu o diagnóstico de cefaleia refratária. Em suas redes sociais, Michelle agradeceu o apoio recebido durante este período difícil.
"Eu já estava há 16 dias com enxaqueca, fui ao hospital e o resultado foi cefaleia refratária", relatou. "Quero agradecer a nosso futuro presidente Flávio Bolsonaro, Bia e Valdemar".
O atendimento médico foi realizado no último sábado, 1º, quando Michelle procurou ajuda devido à persistência das dores. Os médicos realizaram uma série de exames para entender a origem da crise. No dia seguinte, 2, ela passou por um bloqueio anestésico dos nervos cranianos e pericranianos, um procedimento destinado a aliviar as dores.
O bloqueio anestésico é um método neurológico de baixa complexidade, indicado para pacientes que sofrem de enxaqueca ou cefaleia crônica e que não respondem bem aos tratamentos convencionais. Esse procedimento envolve a aplicação de anestésicos em áreas específicas do couro cabeludo, onde estão os nervos que transmitem a dor. Em geral, ele é realizado em ambiente ambulatorial, sem necessidade de internação, podendo envolver sedação leve em alguns casos.
Antes de sua atualização nesta segunda-feira, Michelle havia mencionado que precisou ir ao hospital devido à dor persistente. "Infelizmente, precisei ir ao hospital para realizar exames e investigar uma enxaqueca persistente", afirmou.
A cefaleia refratária é caracterizada por dores que continuam mesmo após o uso de tratamentos habituais, o que pode demandar terapias específicas, como o bloqueio anestésico realizado por Michelle. A resposta ao tratamento pode variar conforme a condição de cada paciente e requer acompanhamento médico contínuo.

